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Dubbio

Imóvel

Entendendo os Riscos e Implicações do Contrato de Gaveta

Jaqueline Belebom

Entendendo os Riscos e Implicações do Contrato de Gaveta

O contrato de gaveta é uma prática comum no mercado imobiliário brasileiro, onde a posse de um imóvel é transferida sem a formalização do registro e da dívida. Essa situação gera riscos significativos, tanto para o vendedor, que pode enfrentar complicações financeiras, quanto para o comprador, que não possui direitos legais plenos sobre o imóvel. A regularização desse tipo de contrato é essencial para garantir a segurança jurídica de ambas as partes, envolvendo a transferência oficial do imóvel e a assunção da dívida. O acompanhamento de um advogado especializado é fundamental para assegurar que o processo seja realizado de acordo com a lei.

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Distrato Imobiliário em Empreendimentos Multipropriedade – Seus Direitos e Como Garantir um Cancelamento Seguro

Italo

Distrato Imobiliário em Empreendimentos Multipropriedade – Seus Direitos e Como Garantir um Cancelamento Seguro

O distrato imobiliário é um direito fundamental para compradores de empreendimentos multipropriedade, permitindo o cancelamento de aquisições por motivos legítimos, como atraso na entrega, dificuldades financeiras e descumprimento contratual. A nova lei de distrato de 2018 trouxe importantes mudanças, como a possibilidade de reembolso de até 100% do valor investido e a solicitação de cancelamento mesmo sem a quitação do imóvel. O processo deve ser conduzido de forma transparente e, devido à complexidade da multipropriedade, é recomendável buscar orientação jurídica para garantir um distrato seguro e eficaz.

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Cobrança indevida de ITCMD sobre extinção de usufruto no Estado do Rio de Janeiro

Barcelos de Albuquerque

Cobrança indevida de ITCMD sobre extinção de usufruto no Estado do Rio de Janeiro

Os cartórios do Rio de Janeiro têm exigido o pagamento do ITCMD para a extinção de usufruto em doações, mesmo após a Lei 7.174/2015 estabelecer a não incidência do imposto nesse momento. A legislação anterior previa a tributação em dois momentos, mas foi considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do Estado, pois configurava bitributação. A extinção do usufruto não implica nova transmissão de propriedade, e a exigência de pagamento do imposto é indevida. Os interessados devem buscar o judiciário para resolver a questão e podem pleitear a restituição de valores pagos indevidamente.

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Os principais pontos dos Vício do Negócio Jurídico: Coação.

Nayara Gomes

Os principais pontos dos Vício do Negócio Jurídico: Coação.

O vício do Negócio Jurídico por Coação, previsto nos Arts. 151 a 155 do Código Civil, gera anulabilidade e ocorre quando há pressão psicológica que leva alguém a realizar um negócio por temor de dano. Existem dois tipos de coação: a física, que resulta em nulidade absoluta do negócio, e a moral, que gera anulabilidade. A coação física impede qualquer manifestação de vontade, enquanto a coação moral provoca uma declaração de vontade sob pressão. Para que a coação seja configurada, é necessário que a ameaça seja grave e se refira ao coagido, seus bens ou sua família, com o juiz avaliando o caso concreto em situações que envolvam terceiros.

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Reflexões Atuais sobre a Usucapião no Contexto Jurídico Brasileiro

Igor Bortoluzzi Flores

Reflexões Atuais sobre a Usucapião no Contexto Jurídico Brasileiro

O artigo discute as transformações recentes da Usucapião no Brasil, destacando sua importância no direito imobiliário e na função social da propriedade. A Usucapião, que permite a aquisição de bens imóveis por posse prolongada, enfrenta novos desafios e complexidades, especialmente com a introdução da usucapião extrajudicial pela Lei 13.465/2017. A orientação de advogados é fundamental para navegar nas diversas modalidades e requisitos legais, além de assegurar a regularização fundiária e a justiça social. O texto ressalta a necessidade de atualização constante dos profissionais diante das mudanças legislativas e decisões judiciais que impactam este instituto.

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Pode o imóvel alugado ser vendido enquanto o contrato de locação estiver vigente?

LSouza Advocacia

Pode o imóvel alugado ser vendido enquanto o contrato de locação estiver vigente?

O artigo aborda a possibilidade de venda de um imóvel alugado durante a vigência do contrato de locação, afirmando que isso é permitido. O proprietário deve, no entanto, oferecer ao locatário o direito de preferência na compra, informando-o sobre os termos da venda com um prazo de 30 dias para manifestar interesse. Caso o locatário não compre o imóvel, ele terá um prazo de 90 dias para desocupar o imóvel após a venda, exceto se houver cláusula de vigência no contrato. O texto destaca a importância de conhecer esses direitos para garantir um prazo adequado para a mudança.

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Adjudicação Compulsória Extrajudicial: Uma Revolução Silenciosa no Direito Imobiliário Brasileiro

Igor Bortoluzzi Flores

Adjudicação Compulsória Extrajudicial: Uma Revolução Silenciosa no Direito Imobiliário Brasileiro

A publicação do Provimento nº 150/2023 pelo CNJ marca uma nova era na regularização de imóveis no Brasil, regulamentando a Adjudicação Compulsória extrajudicial. Essa mudança visa desjudicializar o processo, tornando-o mais ágil e menos oneroso, o que pode reduzir o congestionamento nos tribunais e democratizar o acesso à justiça. No entanto, a implementação dessa nova modalidade traz desafios, como a necessidade de preparo dos profissionais do direito e a garantia de clareza e segurança jurídica. Para o mercado imobiliário, essa inovação representa oportunidades de agilidade nas transações, enquanto para os advogados, aumenta a demanda por conhecimento especializado e habilidades de negociação. A eficácia do novo sistema depende da criação de um modelo claro e estruturado que oriente todas as partes envolvidas no processo.

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Reflexões Atuais sobre a Usucapião no Contexto Jurídico Brasileiro

Igor Bortoluzzi Flores

Reflexões Atuais sobre a Usucapião no Contexto Jurídico Brasileiro

O artigo discute as transformações da Usucapião no direito imobiliário brasileiro, destacando a importância de um modelo eficiente que se adapte às mudanças sociais e econômicas. A Usucapião, que permite a aquisição de propriedade por meio da posse prolongada, possui diversas modalidades, cada uma com requisitos específicos. A introdução da usucapião extrajudicial pela Lei 13.465/2017 visa agilizar o processo, mas traz desafios interpretativos e complexidades. A atuação de advogados especializados é essencial para lidar com as nuances e garantir a função social da propriedade, promovendo justiça social e regularização fundiária. O artigo conclui que a Usucapião continuará a evoluir, exigindo constante atualização dos profissionais da área.

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Reflexões Atuais sobre a Usucapião no Contexto Jurídico Brasileiro

Igor Bortoluzzi Flores

Reflexões Atuais sobre a Usucapião no Contexto Jurídico Brasileiro

O artigo discute as transformações da Usucapião no Brasil, destacando sua importância no direito imobiliário e a necessidade de adaptação às mudanças sociais e econômicas. A Usucapião, que permite a aquisição de propriedade pela posse prolongada, é regida por normas do Código Civil e da Constituição, com diversas modalidades que exigem conhecimento jurídico especializado. A recente introdução da usucapião extrajudicial, prevista na Lei 13.465/2017, busca agilizar o processo, mas traz desafios interpretativos e complexidades. A função social da propriedade é enfatizada, com a Usucapião contribuindo para a regularização fundiária e políticas públicas de habitação. A constante evolução do instituto requer atualização e adaptação dos advogados na prática.

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A Importância do Direito Imobiliário: Garantindo Segurança Jurídica nas Transações e Posse de Bens

Marina Luciana Gois dos Santos Vaz

A Importância do Direito Imobiliário: Garantindo Segurança Jurídica nas Transações e Posse de Bens

O artigo ressalta a importância do Direito Imobiliário na garantia da segurança jurídica nas transações e posse de bens imóveis. Ele aborda como essa disciplina regula as relações entre as partes envolvidas, proporcionando proteção e estabilidade nas transações imobiliárias. Além disso, destaca a proteção dos direitos de propriedade, a regulação das transações e a garantia de posse e uso adequado dos imóveis, contribuindo para o desenvolvimento ordenado das comunidades. Em suma, o Direito Imobiliário é fundamental para a organização e prosperidade da sociedade, sendo essencial para o funcionamento do mercado imobiliário.

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 O IPTU no Brasil: Uma Análise das Leis e Implicações

Dudu

O IPTU no Brasil: Uma Análise das Leis e Implicações

O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) é um tributo municipal que incide sobre a propriedade de imóveis urbanos. Trata-se de uma importante fonte de receita para os municípios brasileiros, sendo utilizado para financiar serviços públicos locais, como educação, saúde, infraestrutura e segurança. Neste artigo, exploraremos as principais leis que regem o IPTU no Brasil, sua base legal e implicações para os proprietários de imóveis.

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Marido foi embora e me deixou com meus filhos e minha casa, o que fazer?

Filipe Oliveira

Marido foi embora e me deixou com meus filhos e minha casa, o que fazer?

O artigo aborda a situação de uma pessoa que ficou responsável pelos filhos e pela casa após a partida do marido, sugerindo a usucapião familiar como uma solução para garantir a posse do imóvel. É importante manter a calma e buscar apoio emocional, além de consultar um advogado para orientações sobre direitos legais, guarda dos filhos e divisão de bens. A usucapião familiar pode permitir a transferência da propriedade para o nome da pessoa em dois anos. Documentar interações e despesas relacionadas à situação é fundamental para eventuais processos. O texto enfatiza que, com apoio profissional, é possível superar essa fase difícil e construir um futuro melhor para a família.

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