Dudu
Cobrança Indevida de Juros Abusivos no Brasil
Passar por uma situação de cobrança indevida de juros abusivos pode gerar grande apreensão e insegurança financeira. Muitas vezes, o consumidor se depar...
Ler artigoDudu
Passar por uma situação de cobrança indevida de juros abusivos pode gerar grande apreensão e insegurança financeira. Muitas vezes, o consumidor se depar...
Ler artigoPedir demissão por impulso pode levar ao arrependimento, mas voltar atrás depende da situação. Se o pedido ainda não foi aceito pela empresa, é possível cancelá-lo com a concordância do empregador. No entanto, se a demissão já foi aceita e o desligamento iniciado, não há obrigação legal de reverter a rescisão. É importante refletir antes de tomar essa decisão, pois pode afetar as verbas rescisórias e o planejamento financeiro. Em caso de arrependimento, é aconselhável conversar rapidamente com a empresa e, se necessário, buscar orientação jurídica.
Ler artigoDudu
Falar ou escrever algo falso e prejudicial sobre outra pessoa pode ter consequências jurídicas sérias, especialmente quando essa informação é apresentad...
Ler artigoDudu
A relação de consumo, regida pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), é um pilar fundamental para a proteção dos direitos de milhões de brasileiros. A...
Ler artigoDudu
A confiança é a base de qualquer relação familiar, mas, infelizmente, em alguns momentos, ela pode ser abalada por desentendimentos, especialmente quand...
Ler artigoDudu
Sentir-se lesado por uma cobrança que não corresponde ao acordado é uma experiência frustrante e, por vezes, avassaladora. No universo das relações de c...
Ler artigoO artigo aborda a confusão interpretativa sobre a exigibilidade dos alimentos provisórios, que frequentemente é considerada como iniciando apenas após a citação do alimentante. No entanto, a Lei de Alimentos determina que esses alimentos são devidos imediatamente, desde a decisão judicial, para garantir a subsistência do alimentando. A jurisprudência, incluindo decisões do Superior Tribunal de Justiça, reforça que a obrigação alimentar provisória não deve depender da citação, já que sua natureza é garantir uma tutela urgente. Assim, a interpretação correta é que os alimentos provisórios têm eficácia imediata, evitando que o devedor se oculte para postergar o cumprimento da obrigação.
Ler artigoDudu
A paternidade, em sua essência, carrega laços de afeto, responsabilidade e proteção legal. No entanto, em circunstâncias complexas e, por vezes, doloros...
Ler artigoDudu
No dinâmico ambiente de trabalho, a relação entre empregado e empregador é regida por uma complexa teia de direitos e deveres, visando garantir o equilí...
Ler artigoDudu
Direitos no Inventário de Bens e Dívidas O falecimento de um ente querido, embora um momento de profunda dor e luto, frequentemente abre um processo leg...
Ler artigoA decisão do STF sobre a NR-1 suspendeu temporariamente a aplicação de multas relacionadas à saúde mental no trabalho, mas não isenta as empresas de seu dever de prevenção. A saúde mental deve ser tratada com seriedade, considerando os riscos psicossociais no ambiente laboral, e as empresas devem aproveitar esse período para revisar suas políticas internas e garantir a proteção dos trabalhadores. A discussão sobre saúde mental no trabalho é crucial e envolve a responsabilidade das empresas em criar um ambiente seguro e saudável, além da necessidade de uma análise cuidadosa por parte dos advogados sobre a relação entre a organização do trabalho e o adoecimento psíquico. O adiamento das sanções não deve ser visto como uma autorização para inatividade, mas sim como uma oportunidade para a construção de práticas efetivas de prevenção.
Ler artigoA recente decisão do STF sobre pejotização, divulgada em 18 de junho de 2026, permite que ações trabalhistas voltem a tramitar nas instâncias inferiores, mas mantém a suspensão após essa fase até a definição da tese no Tema 1.389. O tema envolve a competência da Justiça do Trabalho para examinar alegações de fraude em contratos de prestação de serviços, a licitude da contratação de pessoas jurídicas e a distribuição do ônus da prova. A contratação por PJ pode ser válida se houver autonomia real, mas pode ser questionada se utilizada para encobrir uma relação de emprego. A decisão do STF não encerra o debate, mas o torna mais relevante, exigindo atenção na formação de provas e na análise das relações contratuais.
Ler artigo