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Dubbio

Plano de saúde: conheça as diferentes formas de pagamento (franquia vs coparticipação)

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Não há dúvidas de que, com a qualidade precária dos serviços públicos de saúde, a população esteja cada mais preocupada em contratar planos de saúde privados, que infelizmente nem sempre oferecem informações claras aos interessados.

Um exemplo disso são as formas de pagamento para a contratação de um plano de saúde privado, que não costumam ser explicadas de uma maneira simples ao cidadão, como são os casos da franquia e da coparticipação, duas modalidades diversas de realizar a contratação de um plano particular de serviços de saúde.

No caso da coparticipação, o consumidor terá que pagar uma taxa específica a depender do tipo de procedimento a ser realizado. A ideia de coparticipação é resumida em uma espécie de compartilhamento de custos, em que a operadora de saúde custeia um percentual do valor do atendimento, e o consumidor um outro percentual.

Isso quer dizer que, se o consumidor vai realizar uma consulta ao clínico geral, por exemplo, além da mensalidade já paga pelo plano, ele terá que realizar uma contribuição para arcar com o valor total dessa consulta (geralmente, em preços reduzidos).

Já no caso da franquia, o consumidor assume uma mensalidade que inclui uma gama determinada de serviços previstos em contrato. No entanto, se o consumidor precisar de serviços não incluídos em seu contrato ou não classificados como “serviços básicos”, terá que realizar o pagamento por conta própria, até o valor de sua franquia.

Neste caso, se o usuário contrata um plano com mensalidade de R$300,00, os serviços que superem esse valor serão custeados por ele mesmo, até o limite de sua franquia (R$300,00). Acima desse valor, a operadora fica responsável pelo custeio.

Apesar de o plano com pagamento em coparticipação ser mais comum, é importante que o consumidor esteja atento às regras do contrato antes de sua assinatura, cabendo a ele a escolha pela modalidade que melhor se adeque à sua realidade.

Em todo o caso, o direito à informação é assegurado a todos, podendo o consumidor, antes ou depois da assinatura do contrato, questionar o funcionamento e a cobertura de seu plano para ficar livre de quaisquer dúvidas e problemas futuros.

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