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A forma de transferência rápida e fácil instituída pelo Pix veio como um avanço para as relações pessoais e comerciais. Isso porque, por meio dele as pessoas conseguem, por um click, transferir valores de forma rápida e fácil. Contudo, nem tudo são mil maravilhas, pois com isso, só em São Paulo houve um aumento de casos de sequestro relâmpago. 

Na grande cidade de São Paulo, quadrilhas vêm obrigando as vítimas a transferir valores para os criminosos, por meio do Pix, para contas “laranjas”.  Diante disso, o Banco Central percebeu a necessidade de criar novas regras, justamente com a finalidade de diminuir tais crimes e tornar essa funcionalidade ainda mais segura. 

Dentre as mudanças está o limite para transferência das 20h às 6h, no valor de R$ 1.000. Contudo, será possível aumentar esse limite, só que nesse caso o cliente pode fazer a solicitação no prazo mínimo de 24 horas e máximo de 48 horas para a efetivação do pedido feito por canal digital, impedindo o aumento imediato em situação de risco. 

Além disso, os consumidores poderão estabelecer limites de transações diferentes no Pix para os períodos diurno e noturno, permitindo, assim, limites menores durante a noite. Interessante, não é mesmo? Inclusive, as instituições bancárias poderão permitir que usuários cadastrem com antecedência contas que poderão receber Pix acima dos limites estabelecidos, justamente para evitar casos de sequestro relâmpago. 

No entanto, isso não quer dizer que os crimes não vão ocorrer mais, mas podem diminuir, é claro. Nesse sentido, é importante saber o que fazer caso você for vítima. Em caso de golpe, o cliente deve notificar o banco imediatamente. Isso é necessário para que medidas sejam adotadas como, por exemplo, o bloqueio do aplicativo. 

Lembrando que o Pix é um procedimento entre bancos, e para que alguém tenha uma conta no banco, é necessário ter um cadastro, ou seja, toda e qualquer operação pode ser rastreada. Então, procure um advogado especialista que pode te ajudar! 

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