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O pix é uma ferramenta criada com o objetivo de facilitar e dinamizar as operações de transferência de dinheiro entre os cidadãos. Contudo, o que era para ser um avanço nas relações interpessoais e comerciais, uma vez que com poucos segundos o consumidor poderia pagar os comerciantes, vem se tornando um pesadelo. Isso porque, criminosos têm rendido às vítimas e às obrigado a fazer transferências via Pix pelo celular. 

O pix foi um avanço porque o dinheiro é passado rapidamente de uma conta para outra, sem restrição de horários de funcionamento e com limites altos de transferência. Com o crescimento dos golpes, as instituições bancárias têm pedido ao Banco Central que mude algumas regras. Dentre elas, encontra-se a possibilidade de limitar os valores de dinheiro transferido em certas faixas de horário, como a madrugada.

Isso vem acontecendo, como mencionado, devido o crescente número de golpes aplicados. Em São Paulo, só no primeiro semestre, o sequestro-relâmpago com uso de Pix cresceu 40% no estado. Basicamente foram cerca de 200 casos, ou seja, em média de um por dia. Preocupante, não é !?

Mas como agir quando for vítima de golpe no Pix? Bom, em caso de golpe, o cliente deve notificar o banco imediatamente. Isso é necessário para que medidas sejam adotadas como, por exemplo, o bloqueio do aplicativo. 

Agora, se o celular também for roubado, é necessário não só avisar o banco como a instituição telefônica, para que a linha telefônica seja bloqueada. Além disso, é indispensável o Boletim de Ocorrência (B.O). Assim, será possível que a polícia tente identificar os responsáveis. 

É importante mencionar que os bancos podem não ser responsabilizados, porque nesses casos a própria vítima que coloca o login no aplicativo de banco e faz a transferência. Porém, há alguns casos em que há responsabilidade do banco, como no caso de fraude de invasão no aplicativo e transferência Pix.

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