A ANS (Agência Nacional de Saúde) recentemente aprovou uma decisão histórica aos consumidores: baseando-se na queda de sinistralidade (utilização de serviços médicos arcados pela operadora de plano de saúde) a Agência aprovou uma redução de  de 8,19% nos contratos individuais e familiares, o que basicamente retirará o aumento estabelecido em 2020, que fora de 8,14%. 

Para quem não possui plano individual ou familiar, a princípio não se aproveitará da medida, posto que planos coletivos são negociados diretamente entre entidades de classe ou empresas e as operadoras, não havendo regulação nos preços entabulados. Contudo, especialistas já teorizam a possibilidade dos consumidores obterem uma redução nos seus contratos, caso não sejam passados aos consumidores, de forma compreensível, os critérios que indicam o aumento da sinistralidade, o que fere o princípio da informação ao consumidor. 

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