Muitos têm dúvidas em qual caminho seguir quando se depara com o grande “fantasma” Inventário.

Devido à morosidade dos processos judiciais, as pessoas de assustavam ao falar em inventário, muitas vezes deixando a questão sem solução ao longo dos anos.

Em regra, os inventários eram realizados apenas judicialmente. No entanto, com o advento da Lei n. 11.441/07, os inventários passaram a ser realizados também extrajudicialmente, perante o Tabelião de Notas.

Hoje, com a possibilidade de partilhar os bens através da Escritura Pública de Inventário, a questão pode ser resolvida em até quarenta dias.

Assim, não há dúvidas de que, por questões de agilidade e simplicidade, o mais vantajoso é realizar o inventário em cartório, desde que preenchidos os requisitos necessários.

 

Daniele Silveira da Silva

DSS Consultoria & Advocacia