No mercado financeiro, a cada dia temos mudanças nas danças das cadeiras, e diversas medidas devem ser tomadas por parte dos empresários, sócios, dirigentes.

Uma das ferramentas a cada dia mais usada é o M&A, até então, focado mais nas grandes corporações.

Este foi o caso do grande grupo Facebook, do conhecido bilionário Mark Zuckerberg, que usando desta ferramenta comprou sua maior concorrente a época, o Instagram, e posteriormente comprou o Whatsapp.

Atualmente, o grupo Facebook, depois de ter tido diversos problemas sociais, de mídia e financeiros, com quedas das ações, perdas gigantescas, alguns boicotes por acusações de ingerência e manipulação de informações, estando sobre a mira dos legisladores e reguladores americanos e de outros muitos países, que investigam e contestam muitas práticas comerciais, está planejando uma mudança, um novo nome ao grupo.

Essa mudança de nome do grupo está prevista de ser anunciada na próxima semana, sendo uma tentativa do grupo se esquivar da grande debandada de usuários em todo o mundo, diminuindo os holofotes as acusações de atos comerciais duvidosos e de manipulação de opiniões.

Outrossim, apresenta essa medida como oportunidade de o grupo aplicar mudanças estratégicas em sua forma empresarial, concentrando o controle das empresas em uma única nova pessoa jurídica através de uma Holding, que provavelmente também resultará em uma grande redução de tributos em muitos países, como será no caso brasileiro.

Essa ferramenta é uma exímia forma de controle e gestão, sendo também adotada por outras grandes empresas, como a Google que se reorganizou na Alphabet, uma holding criada em 2015, e o Grupo Itaú Unibanco, que se reorganizou em Itaú Holding.

A cada dia as empresas, grandes e pequenas, estão se aprimorando, com o uso das M&A (Fusões e Aquisições) e conjuntamente com a formação de Holdings.