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Receber o diagnóstico de uma doença não é muito bom, ainda mais quando esta doença pode influenciar diretamente na sua possibilidade de conseguir trabalhar. Nesses casos, o INSS ampara o trabalhador mantendo suas contribuições em dia. Porém, se essa pessoa não for você, e sim, um parente ou seu companheiro e para cuidar das necessidades daquela pessoa você precisa para de trabalhar. Existe algum auxílio para te ajudar? 

Muitas pessoas questionam sobre isso por não conhecerem o auxílio-doença parental que não se confunde com o auxílio-doença. Este, é para o segurado que não puder exercer suas atividades por mais de 15 dias. Mas ainda sim, há requisitos para a concessão, quais seja: estar incapaz para exercer suas funções, não estar no período de carência e ser o segurado. 

Já o auxílio-doença parental é para as pessoas que precisam cuidar de algum parente próximo, porém não é para todo e qualquer tipo de parente, mas para o cônjuge ou companheiro, pais, filhos, padrasto ou madrasta, enteado e o dependente - aquele que conste em seu assentamento funcional.

Esse auxílio infelizmente não tem previsão legal. Então, como consegui-lo? Por meio do Poder Judiciário. É importante dizer que há um projeto de lei com o objetivo de criar esse benefício, mas ainda não tem uma lei específica que o permite. Contudo, caso você esteja passando por uma situação que exija o seu tempo integral para cuidar de outra pessoa, procure um advogado especialista em previdência.

Vale lembrar que os servidores federais possuem o auxílio-doença parental regulamentado. Ou seja, para eles, em caso de precisarem ausentar-se do trabalho para cuidar de familiar doente e, para isso, a assistência deve ser indispensável e não puder ser exercida em conjunto com o cargo ou por meio de compensação de horário, será totalmente possível.  

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